
No inicio deste capitulo, o autor fala em "revolução digital". Já não é a primeira vez que ouço falar neste termo, e, é algo que me deixa sempre a pensar bastante. Estamos mesmo numa "revolução digital", e fico admirada como é que em tão pucos anos o mundo das tecnologias evoluio tanto...!? chega a ser um bocadinho assustador!
Entre ciberutópicos e cibercríticos referidos por papert, penso que ambos têm razão no que defendem: por um lado é de louvar o contributo da evolução digital pelas enumeras vantagens bem visiveis que nos oferecem, mas por outro lado, não podemos esquecer as desvantagens desta evolução. Sinseramente, este avanço das tecnologias preocupa-me um bocadinho pois nem sempre são aplicadas da melhor maneira e, porque parece que cada vez nos dominam mais, estamos cada vez mais dependentes dos "aparelhozinhos".
Papert refere também uma das maiores contribuições do computador: a aprendizagem. Com as tecnologias as crianças podem aprender, partindo á descoberta e levando muitas vezes á motivação destas sobre os mais variados assuntos, na aprendizagem (temos como exemplo o caso da jenny referido pelo autor).
Também me chamou á atenção a parte em que o autor fala da literacia e fluência, principalmente a frase inicial em que o autor afirma que se as crianças crescerem sem literacia computacional, não conseguirão arranjar emprego no futuro. Mesmo com a tentativa do autor desmistificar esta afirmação, continuo a crer que seja verdade. No dia a dia deparo-me com imensas situações dessas, por exemplo, já me deparei com o caso de um conhecido meu que para continuar no emprego e fazer "frente aos mais novos e mais familiarizados com as tecnologias", teve que recorrer a cursos informáticos. Contudo, sou da mesma opinião do autor quando este afirma que é preciso perder o medo de errar e aventurarmo-nos pelo espaço das tecnologias porque, e tomando como exemplo a minha própria experiencia, foi assim que aprendi grande parte do que sei sobre os computadores.
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