terça-feira, 25 de dezembro de 2007

AULA TEÓRICA 9 DE OUTOBRO DE 2007

Nesta aula ficamos a conhecer as novas tecnologias, bem como o seu potencial no campo do ensino.
Neste contexto, existem 3 perspectivas: a OPTIMISTA - acredita na possibilidade de se alterar o ensino através das tecnologias; a PESSIMISTA - não acredita que as tecnologias possam vir a ser significativas na mudança do ensino, e, REALISTA - acredita ser possivel modificar o ensino, mas não na sua totalidade.
Penso que a introdução das tecnologias possa ser uma mais valia para a alteração e inovação do ensino, mas parece-me um processo dificil, e que tanto pode trazer prós como contras.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Capitulo 2 (comentário)


No inicio deste capitulo, o autor fala em "revolução digital". Já não é a primeira vez que ouço falar neste termo, e, é algo que me deixa sempre a pensar bastante. Estamos mesmo numa "revolução digital", e fico admirada como é que em tão pucos anos o mundo das tecnologias evoluio tanto...!? chega a ser um bocadinho assustador!

Entre ciberutópicos e cibercríticos referidos por papert, penso que ambos têm razão no que defendem: por um lado é de louvar o contributo da evolução digital pelas enumeras vantagens bem visiveis que nos oferecem, mas por outro lado, não podemos esquecer as desvantagens desta evolução. Sinseramente, este avanço das tecnologias preocupa-me um bocadinho pois nem sempre são aplicadas da melhor maneira e, porque parece que cada vez nos dominam mais, estamos cada vez mais dependentes dos "aparelhozinhos".

Papert refere também uma das maiores contribuições do computador: a aprendizagem. Com as tecnologias as crianças podem aprender, partindo á descoberta e levando muitas vezes á motivação destas sobre os mais variados assuntos, na aprendizagem (temos como exemplo o caso da jenny referido pelo autor).

Também me chamou á atenção a parte em que o autor fala da literacia e fluência, principalmente a frase inicial em que o autor afirma que se as crianças crescerem sem literacia computacional, não conseguirão arranjar emprego no futuro. Mesmo com a tentativa do autor desmistificar esta afirmação, continuo a crer que seja verdade. No dia a dia deparo-me com imensas situações dessas, por exemplo, já me deparei com o caso de um conhecido meu que para continuar no emprego e fazer "frente aos mais novos e mais familiarizados com as tecnologias", teve que recorrer a cursos informáticos. Contudo, sou da mesma opinião do autor quando este afirma que é preciso perder o medo de errar e aventurarmo-nos pelo espaço das tecnologias porque, e tomando como exemplo a minha própria experiencia, foi assim que aprendi grande parte do que sei sobre os computadores.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

02.10.2007 Aula Teórica


Nesta aula respondemos a um questionário para um estudo realizado pela reitoriada universidade de Lisboa. Este tem como objectivo a avaliação das cadeiras e respectivos docentes do 1º ano, 2º semestre.

25.09.2007 Aula Teórica

Como durante esta semana foi a recepção aos caloiros, ou seja, as praxes, a aula teórica não se realizou devido ao reduzido numero de alunos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

"A Família em Rede"- 1ºCapítulo (comentário)


Neste primeiro capítulo, intitulado "um caso amoroso", o autor dá-nos conta dos grandes laços afectivos que existem entre o computador e as crianças. Como refere o autor, "em todo o lado, com poucas excepções, vi o mesmo brilho nos seus olhos, o mesmo desejo de se apropriarem dessa coisa".
Contudo, existem em simultaneo uma satisfação e uma preocupação por parte dos pais ao verem esta relação tão vinculada, pois, e como refere o autor, "parece que os beneficios e os perigos se encontram ligados". Esta questão fez-me lembrar algumas situações com as quais ja me deparei. Tanto em casa, como em conversas com outros pais, ou mesmo conversas apanhadas no meio da rua, ouço falar sobre esta paixão dos jovens pelas tecnologias, e reparei que na grande maioria é o lado negativo que sobressai. A maioria queixa-se que os filhos passam horas a fio agarrados ao computador e apontam-nos como anti-sociais, destruidores de familias. Ora, se já se deu conta que as crianças têm este enorme interesse pelas técnologias, porque não o aproveitar para fortalecer os laços entre as familias, para que estas partilhem dos seus interesses, da sua educação e aprendizagem, em vez de o apontar como um "destruidor"?!

Primeiro contacto com a cadeira de Tecnologias Educativas II



  • Na primeira aula de tecnologias educativas as professoras apresentaram o programa e os critérios de avaliação desta cadeira. Também foi proposto a leitura do livro "a família em rede" de Seymour Papert e a publicação semanal de comentários a cada um dos seus capítulos.

  • Na aula prática foram apresentados os temas a escolher para os trabalhos de grupo. O meu grupo optou pelo hi5 e o myspace. Apesar de não ter muitos conhecimentos sobre estas tecnologias sempre tive curiosidade em saber funcionar com elas, mas é para isso que estamos cá, aprender.!

Bem Vindos - Tecnologias Educativas II


Assim começa mais um aninho e mais uma vez vamos ter contacto com o universo das tecnologias.... Tanto para melhorar o que aprendemos no 1º ano em Tecnologias Educativas I como para aprendermos coisinhas novas. Boa sorte a todos e aproveitem para aprender ao máximo!!!